A erosão silenciosa do capital parado
Uma parte significativa da tesouraria das pequenas e médias empresas portuguesas permanece inativa em contas correntes, à espera de uma decisão que raramente chega a tempo. Esta espera tem um custo, ainda que não apareça de imediato no balanço.
A análise manual de mercado, feita com base em relatórios trimestrais ou intuição acumulada, tende a atrasar-se em relação à volatilidade real. Quando a informação chega ao proprietário, a janela de oportunidade já se alterou. O risco não é apenas perder ganho, mas expor-se a decisões tardias em contexto de mercado instável.